O papel que o líder desempenha dentro da organização é de extrema importância, pois é com ele que a organização pode garantir e estabelecer diferenciais competitivos.
Para o indivíduo que esta nesta posição, conseguir desempenhar as funções e atingir as metas estabelecidas, sua liderança precisa do envolvimento de seus liderados. Já o envolvimento dos liderados está ligado diretamente à motivação individual, pois quando os interesses dos liderados estão de acordo com as proposições do líder, o envolvimento e engajamento são maiores.
Então, o líder precisa entender sobre os fatores de motivação de seus liderados para criar, elaborar e estabelecer relações que proporcionem o melhor desempenho profissional.
Este blog visa trazer questões que possam auxiliar pessoas que já desempenham o papel de liderança, ou que pretendem se aprimorar para desempenhar com sucesso esta função um dia.

Sejam todos muito bem-vindos!

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terça-feira, 23 de junho de 2009

█ O Maior de Todos os Lideres █


☻Deixe aqui sua opinião!

Um funcionário incompetente pode afundar uma equipe(ou até uma empresa). No caso de líder pode ser bem pior. Na sua opinião quais os sinais ou hábitos de um chefe que mostra que ele é um incompetente?

☻Deixe aqui sua opinião!

Alguma vez, alguém da sua empresa já boicotou suas idéias ou passou a perna em você? Como foi e qual sua reação?

☻As 50 Lições de um Lider

50 lições de liderança. Estas lições são ministradas pelo guru, norte-americano, Tom Peters (tom@peters.com) na revista VOCÊ s/a. Ele afirma que os últimos anos foram de dificuldades, mas que os próximos serão ainda mais complexos. A vida profissional será recheada de altas apostas, alto risco, incerteza e ambigüidade. Nesse caos, uma nova liderança vai emergir como o elemento mais importante do mundo dos negócios. E liderança, segundo Peters, será o atributo com maior demanda e a menor oferta no mercado, quando afirma: “isso quer dizer que, nos próximos anos, teremos de nos virar com uma nova lista de qualidades de liderança, não ortodoxa, não testada e talvez completamente aloucada.

1 – LIDERES VISIONÁRIOS SÃO IMPORTANTES. MAS GRANDES ADMININSTRADORES SÃO FUNDAMENTAIS
A liderança tornou-se tão aclamada nos anos 90! Gire a manivela e produza uma visão. Administração? Isso era coisa para os fracos, os molengas e os que estão no fim da linha. Bem, visão é uma coisa muito elegante, mas a excelência mantida por uma companhia vem de um grupo de administradores capazes. Os grandes administradores são o cimento de uma organização. Eles criam e mantém unidas as pessoas que detêm o poder nas companhias de alto desempenho. Não se deixe influenciar pelo velho mantra que diz “os administradores são chatos e os líderes são calmos”. Em vez disso, siga o Princípio de Peters: “Os lideres são calmos. Os administradores também.
2 – SIM, HÁ ÉPOCAS EM QUE O CULTO DA PERSONALIDADE FUNCIONA!
Ok, aqui vai o caminho paradoxal e ziquezaqueante da liderença em tempos aloprados. É verdade que há épocas de verdadeiro perigo corporativo em que ninguém consegue fazer o que é necessário – a não ser um líder visionário de estatura maior do que a vida. Na minha opnião, o primeiro líder de negócios que foi capaz de estabelecer um culto da personalidade mais ou menos nesse teor foi Lee Iacocca. Quando ele assumiu a Chrysler voltou-se para ele assim como um país volta-se líderes carismáticos em tempos de guerra. Há épocas em que necessitamos de um líder que ofereça uma visão grandiosa, popular – alguém que simbolize um novo enfoque para os negócios.

3 – A LIDERANÇA É CONFUSA COMO O DIABO.
Mantra número 1 da liderança: tudo depende. Há vários anos Victor Vroom, professor de organização e administração em Yale, desenvolveu um modelo que mais tarde foi adaptado e popularizado por Ken Blanchard. O que eles diziam: que nós temos de pensar sobre liderança situacional – a pessoa certa, o estilo certo, para a situação certa. Vi isso quando trabalhei na consultoria McKinsey. A firma descarrilara, e os sócios elegeram Alonzo McDonald como sócio-administrador. Não fizeram isso por gostar dele (ele não era da espécie dos que atraem afagos), mais sim porque era o cara certo para consertar tudo o que estava quebrado. McDonald encorajou os que tinham desempenho fraco, apertou os sistemas de controle e colocou a empresa de volta no patamar lucrativo. Depois disso, os sócios o chutaram para a Casa Branca, onde ele se tornou diretor. Um lema: “a situação é que manda”. Um líder para todas as épocas? Você está sonhando!

4 – NO QUE SE REFERE A TALENTO, A LIDERANÇA NÃO É COISA DE RENDIMENTO-MÉDIO.
“Não existe um eu em um time”. Que bobagem! Será que alguém realmente pensa que o técnico Phil Jackson ganhou seis campeonatos com os Chigaco Bulls nivelando o talento de Michael Jordan com o resto do time? Sim, o trabalho em equipe é importante. Não – o trabalho de equipe não significa baixar o nível de alguém extremamente talentoso para o menor denominador comum.
Linha final: os times espetaculares invariavelmente são constituídos por individuos talentosos que lutam uns contra os outros. Com o auxílio de um líder talentoso, porém, eles conseguem cultivar o ego e ganhar os campeonatos como uma equipe. Ao mesmo tempo.

5 – LÍDERES AMAM A CONFUSÃO.
Um líder que mereça ser lembrado? O fabuloso professor do seu filho – aquele que vê cada uma das almas que lhe foram confiadas como peças únicas. O professor que você deve evitar custe o que custar? Aquele que faz todos os garotinhos ficarem sentadinhos nas carteiras, incapacitados de se expressar. Não há confusão – e nenhuma criatividade, nenhuma energia. Você quer uma liderança? Vá procurar um incrível professor e veja o jogo que ele faz com a classe.

6 – O LER RARAMENTE É – OU NUNCA É? - O QUE APRESENTA O MELHOR DESEMPENHO.
Uma vez li que as três maiores transições psicológicas que um ser humano adulto enfrenta são o casamento, o nascimento do primeiro filho e o primeiro cargo como chefe. Em cada uma dessas situações as pessoas aprendem a viver e a ter sucesso. É por isso que não há decisão mais importante para uma companhia do que a de selecionar os seus administradores de primeiro escalão. O melhor líder de um time raramente é o melhor jogador. É apenas o que acabamos de dizer: o melhor líder. Os líderes divertem-se orquestrando o trabalho de outros – e não executando eles próprios.

7 – LÍDERES ENTREGAM EM DOMICÍLIO.
Se você quer ser um verdadeiro líder, precisa imitar o entregador de pizzas: é o melhor entregas em domicílio! Nos últimos anos, as idéias e o comportamento controlado contaram. E o que conta agora? Desempenho. Resultados.

8 – LIDERES CRIAM SEU PRÓPRIO DESTINO.
Acredite: durante os próximos anos não haverá lugar para burocratas. Somente as pessoas que tomam a determinação pessoal de liderar sobreviverão – e isso é verdade para todos os níveis de todas as organizações. De uma maneira surpreendente vimos isso acontecer onde menos se esperava: entre os militares. A experiência que a Marinha ou o Exército podem passar a alguém é que os lideres são necessários em todos os níveis. É isso o que acontece também hoje nas guerras das corporações. A verdadeira batalha começa quando o computador é posto fora de combate, o capitão é morto, o tenente é gravemente ferido, o sargento hesita, e, de repente, aquele agricultor de 18 anos encontra-se no comando de um pelotão, conduzindo-o para o combate. E a vida e a morte da companhia, do time, ou do projeto dependem do equilíbrio das coisas. Isso é liderança em todos os níveis, ensinada muito melhor no trabalho, no dia-a-dia, do que numa faculdade de administração.

9 – LÍDERES VENCEM USANDO LOGÍSTICA.
Visão – claro. Estratégia – sim. Mas quando você vai para a guerra deve ganhar usando logística superior. Depois que a Guerra do Golfo acabou a mídia focalizou a estratégia que foi usada por Colin Powell e executada por Norman Schwarzkopf. Na minha opinião, o cara que ganhou a Guerra do Golfo foi Gus Pagonis, o gênio que cuidou de toda a parte logística. Não importa o quanto a sua visão e a sua estratégia sejam brilhantes se você não puder ter os soldados, as armas, os veículos, a gasolina, a comida – as botas, pelo amor de Deus! – para das às pessoas certas, no lugar certo, na hora certa.

10 – LÍDERES ENTENDEM O PODER SUPREMO DOS RELACIONAMENTOS.
A guerra – ou seja, ter os negócios em pé de guerra – é fundamentalmente um assunto feminino! Quando tudo está preparado, o que importa são os relacionamentos que os lideres criaram com seus seguidores. O lema favorito do general americano Douglas MacArthur era: “nunca dê uma ordem que não possa ser obedecida”. As mulheres sabem disso e inventem em relacionamentos – esse é um dos motivos pelos quais a primazia do talento de liderança disponível no mundo de hoje está com as mulheres!

11 – LÍDERES FAZEM TUDO AO MESMO TEMPO.
Qual é o item mais restrito hoje, amanhã e depois de amanhã? O tempo. O futuro pertence ao líder que consegue fazer uma dúzia de coisas simultaneamente. E quem é ele? Quero dizer, ela? Quem consegue administrar mais coisas ao mesmo tempo? Quem se ocupa dos detalhes? Quem encontra novas pessoas? Quem faz mais perguntas? Quem ouve melhor? Quem encoraja a harmonia? Quem trabalha com uma lista imensa de coisas pra fazer? Quem é melhor em se manter ligada nas outras pessoas? Bem, isso é uma pessoa de mil ofícios! Vamos chamas as mulheres de líderes!

12 – LÍDERES SE COMPRAZEM COM A AMBIGUIDADE.
Os próximos anos serão uma viagem na montanha-russa da economia. O que significa que os líderes serão desafiados não apenas a tomar decisões baseadas em fatos. Terão também de entender o sentido dos sinais conflitantes e difíceis de detectar que chegam através do nevoeiro e do barulho. Líderes conseguem manipular quantidades imensas de ambigüidade.

13 – LÍDERES ELETRIFICAM O AMBIENTE DE TRABALHO.
Nos velhos tempos a rede dos negócios fornecia um meio operacional direto: eu sou um vice-presidente, você é um vice-presidente. Se eu quero algo seu, convido-o para um drinque e consigo o que desejo. Agora o poder está difuso, as alianças estão sempre mudando e os canais das tomadas de decisão são fluídos e indiretos. O jogo de hoje é: eletrifique o seu ambiente de trabalho. A maneira de fazer uma venda ou de influenciar uma decisão de alto impacto é construir, alimentar e mobilizar uma rede de influenciadores-chave em cada nível da operação.

14 – A LIDERANÇA É A ARTE DO IMPROVISO.
O jogo – aliás, o livro essencial de regras – muda continuamente. A competição muda o tempo todo. Assim, os líderes precisam também mudar, continuar a reinventar a si próprios. Lideres têm de estar prontos a adaptar, mudar, esquecer, perdoar. Têm de estruturar novos papéis e novos relacionamentos para eles próprios, para sua equipe e para os sócios.

15 – LÍDERES CONFIAM NOS SEUS INSTINTOS.
“Intuição” é uma palavra que adquiriu uma conotação ruim. Intuição é a nova física. É uma maneira prática, einsteiniana, de tomar decisões difíceis. Linha final: quanto mais loucos os tempos, mais os líderes devem desenvolver sua própria intuição – e confiar nela.

16 – LÍDERES CONFIAM NA CONFIANÇA.
Num mundo louco, nós exigimos alguém em quem possamos confiar. Como subordinado, confio em um líder que aparece, faz as coisas mais difíceis e depois volta no dia seguinte cheio de vitalidade.

17 – LÍDERES SÃO MONSTROS NATOS NO QUE SE REFERE A ASSUMIR O PODER.
Há duas maneiras de lembrar o legado que Jack Welch nos deixou como líder. A primeira é que ele criou mais valor para os acionistas da GE do que qualquer outro líder dos dias modernos. Ele também criou mais líderes do que ninguém. Quando pensamos em Welch, não o associamos à palavra “visão”, mas a padrões rigorosos de desempenho, conquista de poder, liderança e desenvolvimento de talento. Aliás, Welch é um grande administrador.

18 – LÍDERES ESQUECEM COM FACILIDADE.
Peter Senge teve, há dês anos, uma intuição brilhante: a de que as companhias deveriam ser organizações de aprendizado. Minha campanha: as companhias devem ser organizações capazes de esquecer. A Enron, que tem sido definida como a mais inovadora das corporações norte-americanas, é o mais importante exemplo disso. Ela não está amarrada ao que fez ontem. Você tem uma idéia? Não hesite. Trabalhe nela enquanto ela é original! Não funciona? Tente outra coisa.

19 – LÍDERES SEMPRE APARECEM COM MODELOS NOVOS.
Muitos estão preocupados com a criação de organizações de alto desempenho. Mais eis o que eu digo: tempos doidos requerem organizações com altos padrões de desvio! Líderes sabem que as organizações precisam renovar as reservas de genes. É o que acontece quando os líderes esquecem as práticas antigas e abrem sua mente às novas. Isso também acontece – e de uma maneira mais eficiente – quando os líderes aparecem com novas pessoas, que tenham idéias novas. Como líder, faça com o seu pessoal o que a Cisco fez com a tecnologia: adquira uma nova linha de pensamento adquirindo uma nova linha de pensadores.

20 – LÍDERES COMETEM ERROS – E NÃO ESQUEM A CABEÇA COM ISSO.
Ninguém – repito, ninguém – faz tudo certo na primeira vez. A maioria não faz nem na segunda, nem na terceira, nem na quarta. Winston Churchill disse que “sucesso é a habilidade de ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo”. Churchill fracassou de missão em missão – até que deparou com uma grande missão e salvou o mundo. À medida que os tempos ficam mais loucos, você verá um número maior de erros. Quando você comete erros, tem de reconhecê-los logo, mudar – para amanhã cometer erros mais friamente.

21 – LÍDERES AMAM TRABALHAR COM OUTROS LÍDERES.
John Roth, presidente da Nortel, diz: “a nossa estratégia deve se ligar à de clientes que lideram indo para o ataque. Se nos concentramos nos clientes que ficam na defensiva, também nos tornaremos defensivos”. Amém! Os líderes podem ser reconhecidos pela companhia. Se você estiver trabalhando com pessoas que são líderes, que têm clientes que também são líderes que compram de fornecedores que são líderes – então você poderá se manter na liderança. Líderes trabalham com líderes. É isso aí – muito simples.

22 – LÍDERES TÊM HUMOR.
Ninguém é infalível. Para sobreviver nestes tempos difíceis, você terá de rir de si mesmo e das situações muito mais vezes do que imagina. O humor é a melhor arma para evitar que você e sua equipe enlouqueçam.

23 – LÍDERES CRIAM MARCAS.
Você não será um líder se não for capaz disso. A capacidade de crias uma marca é que vai dar o tom da cultura e estabelecer as idéias que dão corpo à empresa. Essa é a marca registrada de um líder. Se você ainda não consegue fazer isso, trate de aprender.

24 – LÍDERES TAMBÉM SABEM QUANDO DEVEM DESAFIAR AS MARCAS.
Em tempos loucos, as especificações do caráter corporativo devem estar abertas a uma reavaliação constante. O que funcionou nos últimos anos poderá funcionar, mas também pode não funcionar nos próximos anos.

25 – LÍDERES TÊM BOM GOSTO.
Existe uma coisa chamada bom gosto. Talvez uma palavra melhor para isso seja “graça”. Eu adoro esta citação da designer Celeste Cooper: “a minha palavra favorita é ‘graça’ – seja ela graça extraordinária, graça salvadora, graça sob fogo, Grace Kelly. A maneira como vicemos contribui para a beleza – seja no modo como tratamos as outras pessoas, seja como tratamos o ambiente”. Os líderes que podem mudar a nossa vida não se intimidam com palavras como graça, beleza e gosto.

26 – LÍDERES NÃO CRIAM SEGUIDORES, CRIAM MAIS LÍDERES.
Um número grande de líderes antiquados mede a sua influência pelo número de seguidores que diz ter. Mais os maiores líderes são os que não têm seguidores. É só pensar em Martin Luther King Jr, ou Nelson Mandela. Eles procuravam mais líderes, para que pudessem transmitir-lhes o poder de descobrir e criar os seus próprios destinos.

27 – LÍDERES GOSTAM DE ARCO-ÍRIS – POR RAZÕES COMPLETAMENTE PRAGMÁTICAS.
Mais uma boa palavra que adquiriu um significado ruim: “diversidade”. Diversidade, durante os últimos 20 anos, transformou-se na “coisa certa a se fazer”. Bem, quando os tempos são difíceis, a diversidade não é só uma boa coisa – ela é um item de sobrevivência. O que se tem contra a diversidade é o que se tem contra a homogeneidade: quando o mundo está passando por mudanças repentinas, imprevisíveis e assustadoras, você tem de ter uma reserva diversificada de genes. Você precisa ter múltiplos pontos de vista. Em uma época heterogênea, a homogeneidade é insatisfatória!

28 – LÍDERES NÃO SUCUMBEM AO PRÓPRIO SUCESSO.
Um número muito grande de pessoas obteve sucesso – um sucesso realmente grande – nos últimos anos. Algumas delas pensam que são responsáveis por isso. Mas, em tempos difíceis, os líderes não acreditam no que os jornais dizem sobre eles. E nunca permitem que as suas organizações se mostrem complacentes! A confiança gera um sentimento de infalibilidade. Mais uma vez: amém.

29 – LÍDERES NUNCA SÃO APANHADOS LUTANDO NA GERRA PASSADA.
Esse é o velhíssimo problema dos generais recobertos de medalhas – estão sempre se preparando para lutar na última guerra. A lição, tirada da História, aplica-se ao mundo dos negócios. Em que ramos de negócio você está? A única resposta que faz sentido o mundo de hoje é: só Deus sabe! Você pertence ao time que começou a usar a Internet logo que ela apareceu? Ótimo! O único problema é que a Internet ainda está usando fraldas. Só agora os velhos gigantes estão despertando para usar o seu potencial. Qual é o seu próximo ato totalmente novo?

30 – OS LÍDERES TÊM DE PASSAR SUA MENSAGEM. ELES SE PREOCUPAM EM NÃO JOGAR FORA O BEBÊ JUNTO COM A ÁGUA DO BANHO.
Já falei que estes nossos tempos são paradoxais? Bem – são. Mas aqui está o outro lado da moeda: enquanto está combatendo a ser coerência, você deve agir coerente. Para ser “excelente” (gerar lucros, garantir a qualidade e satisfazer os clientes), você deve ser coerente e construir uma infra-estrutura de produção de capacidade estelar. Mais a obsessão que permite que você atinja objetivos de ganho e de qualidade é que o torna vulnerável às novas e estranhas ameaças. Imagine só: gostar de água do banho e ter de jogá-la fora.

31 – LÍDERES PREZAM OS ASSASSINOS QUE HÁ DENTRO DA SUA ORGANIZAÇÃO.
Os líderes, consciente ou inconscientemente, ultrapassam os limites da sabedoria convencional. Mas os líderes verdadeiramente grandes passam ao nível seguinte. Eles procuram na organização quem queira ultrapassar a sua própria sabedoria – e reverenciam essas pessoas. Os grandes líderes honram as pessoas que querem depô-los, os assassinos do seu meio. Repitam comigo: os verdadeiros líderes aclamam Brutus!

32 – LÍDERES ADORAM A TECNOLOGIA.
Eu quero dizer: A-D-O-R-A-M. A tecnologia é a arquiteta da mudança. Você tem de amar (não quero dizer gostar ou tolerar) tecnologia. Ela vai mudar tanto você como sua companhia. Se não amá-la, você se tornará sua vítima e não seu parceiro de mudanças. Você não precisa se transformar em técnico, mas tem de adotar a tecnologia, cuidar dela. Ela é sua amiga, sua amante, e às vezes lhe será infiel. Ela o levará por caminhos sombrios e perigosos. Não importa. Ela está remodelando o mundo. E você deve pular alegremente para dentro dela (essa é a melhor maneira de amá-la).

33 – LÍDERES SEMPRE TÊM UMA PAIXÃO ESCONDIDA NA MANGA.
Líderes sonham em technicolor, vêem o mundo com cores mais brilhantes, imagens mais definidas e de alta resolução. Em última análise, liderança é ter, criar, mostrar e difundir energia. Os líderes emocionam, irrompem, flamejam e têm um entusiasmo sem limites. E como seria possível não terem tudo isso? A lógica é: se você não amar o que está fazendo, se não estiver completamente apaixonado pelo seu projeto, pela sua equipe, pelos seus clientes e pela sua companhia, então por que diabo está fazendo tudo isso? E por que, com mil diabos, esperaria que alguém o seguisse?

34 – LÍDERES SABEM: ENERGIA GERA ENERGIA.
Cada companhia bem-sucedida, cada equipe bem-sucedida e cada projeto bem-sucedido funcionam com apenas uma coisa: energia. A tarefa do líder é transformar-se na fonte de energia que impulsiona os outros. Mas às vezes um líder não tem energia. Às vezes a situação fica preta e o resultado parece duvidoso. E eu digo: faça de conta! Nesse ponto crítico a energia torna-se essência. Então, se você tem de fingir, finja! E assim que você dá o pontapé inicial no ciclo energético, a natureza faz o resto e a energia começa a fluir. Benjamin Zander disse isso muito bem: a função do líder é a de ser um “distribuidor de entusiasmo”.

35 - LÍDERES ORGANIZAM A COMUNIDADE.
Vamos dar três calorosos vivas a Saul Alinsky. (Nunca ouviu falar dele? Acesse a Amazon.com e compre Rules for Radicals: a Pratical Primer for Realistic Radicals, Ed. Random House.) Leia imediatamente! Não importa se você está descobrindo novos talentos, fazendo uma venda ou estabelecendo uma parceria. Tudo o que você faz é estabelecer raízes. O cargo que ocupa pode indicar que você é um líder. Quer realizar aquela reciclagem de processo de negócios que a Internet permite? Você deve atingir um engajamento de primeira linha, chegas aos votos! Tem de levar seus clientes a votar em você, seus fornecedores e seus empregados também. Como agir para eles fazerem algo mais do que simplesmente aparecer? Você os recruta e vai ganhando o voto deles dia a dia.

36 – LÍDERES RESPEITAM OS OUTROS.
Há outro livro importante que tem uma única palavra como título: Respect – Na Explanation (Ed. Perseus), de Sara Lawrence-Lightfoot. A essência de sua mensagem: “só muito mais tarde é que percebi qual era o segredo de papai. Ele conquistava o respeito respeitando os outros. Ele conversava e ouvia o garoto que engraxava sapatos da mesma maneira como ouvia e falava com um bispo ou um diretos de escola. Ele se interessava porfundamente pelo que você era e pelo que tinha a dizer”. Atenção. Respeito. Os líderes se importam com as suas conexões – porque elas movem montanhas.

37 – LÍDERES APARECEM.
Vale a pena mostrar engajamento e respeito fazendo uma viagem de 6000 milhas para realizar uma reunião de 5 minutos. Hatim Tyabkji, que era o CEO da Verifone, viajou uma vez da África do Sul ao Colorado – a caminho da Noruega – e fez uma palestra de 1 hora para apenas 30 pessoas. Por quê? Porque três meses antes dessa data ele prometera estar lá. Eu garanto que as pessoas prestaram uma atenção enorme no que ele disse.

38 – LIDERANÇA É DESEMPENHO.
De acordo com Carly Fiorina, CEO da HP: “liderança é desempenho. Você tem de estar consciente do seu comportamento, porque todas as outras pessoas estão”. Os líderes se esforçam para passar a mensagem certa na maneira como andam, falam, se vestem e se posicionam. A liderança não diz respeito somente à ação, mas também à atuação.

39 – LÍDERES SÃO GRANDES CONTADORES DE HISTÓRIAS.
Um desempenho tem de ter um roteiro. A comunicação eficiente de uma história é uma chave – talvez seja a chave – de liderança. Por quê? Porque as histórias são coisas reais. Elas falam do que lembramos, da maneira como aprendemos e como visualizamos as coisas que podem se realizar. Se você quiser interessar os colegas no desempenho futuro da sua empresa, não apresente a eles somente números. Conte-lhes uma história. Números são aborrecidos. As histórias são pessoais, apaixonadas e preenchem um propósito.

40 – LÍDERES DÃO UMA CAUSA A CADA PESSOA.
Se você quiser que as pessoas prestem atenção – realmente muita atenção -, aliste-as numa causa que possa despertar o seu interesse. Por exemplo: tornar-se parte de uma equipe que fará história. As pessoas fazem o impossível por uma causa. Mas por um negócio elas apenas trabalham. Qual é a sua causa?

41 – LÍDERES CONCENTRAM-SE NO MATERIAL SUTIL.
Pessoas. Valores. Caráter. Engajamento. Uma causa. Tudo o que supostamente seria blábláblá para o mundo dos negócios é material que merece a atenção dos líderes – sempre. É por isso que a liderança é uma arte e não uma ciência. Se a liderança fosse apenas uma questão de atingir números, seria só um problema matemático. Mas a liderança é um dos mistérios humanos. Nestes tempos, à medida que se torna mais difícil atingir números (ou sequer entendê-los), a frustração acarreta a tentação de ser um líder do tipo “deixa que eu resolvo”. Rapidamente veremos, porém, quem é que vai conservar a energia da empresa diante da adversidade e da ambigüidade. E veremos quem se confronta com a resistência passiva. E veremos quem se confronta com a resistência passiva, com a rebelião silenciosa e com atos esporádicos de insubordinação.

42 – LÍDERES PENSAM, OU MELHOR, SABEM QUE PODEM FAZER A DIFERENÇA.
Chame isso de otimismo insano ou de excesso de autoconfiança. Os líderes estão convencidos de que vão fazer diferença. Os líderes estão convencidos de que vão fazer diferença. E isso não é ter um ego inflamado, mais um saudável e inquestionável senso de adequação. Um líder assim atrai outros que partilham desse sentimento. E, partindo disso, surge uma equipe que, certamente, fará diferença! O que vem antes: senso de adequação ou habilidade de realizar? Aí está mais uma camada de alquimia da liderança.

43 – LÍDERES SEMPRE ACHAM TEMPO PARA USAR O TELEFONE.
Lendo os livros sobre liderança, vê-se que há uma forte contracorrente afirmando que os líderes são pessoas de ação! Eles são, também grandes faladores. A liderança requer um suprimento inesgotável de energia verbal; falar ao telefone, ficar concentrado na sua mensagem, repetir o mesmo mantra até que você não possa suportar mais o som de sua própria voz – e, depois, repetir a mensagem. Quando você começar a ficar saturado dela, provavelmente ela estará começando a difundir-se na organização. Não é possível ser um líder do tipo forte e silencioso. Você tem de ser um comunicador incansável.

44 – LÍDERES ESCUTAM COM TODA A ATENÇÃO.
Líderes falam. Líderes escutam. Ou seja, mais uma vez, é preciso ver o outro lado da moeda. Os líderes escutam o que o mercado está dizendo, o que o cliente está dizendo, o que a equipe está dizendo. Não, você não tem de fazer tudo o que lhe pedem. Mas, se mostrar que está realmente escutando o que lhe dizem, estará demonstrando respeito pelas pessoas. Os ouvintes atentos, sintonizados, geram simpatia, criam conexões e, em última análise, constroem coerência. Quando a situação ficar difícil, como inevitavelmente acontecerá, essas são as qualidades que sustentarão você. Ouça enquanto pode, para liderar quando for o seu dever.

45 – LÍDERES TÊM PRAZER EM RODEAR-SE DE PESSOAS QUE SÃO MAIS ESPERTAS QUE ELES PRÓPRIOS.
Não se desespere, porque você não achará todas as respostas. E o que é mais importante: não se espera mais que você as tenha. Porque ninguém pode ter todas as respostas! O que esperam de você é que contrate pessoas – em todos os níveis da sua organização – que tenham as respostas. São elas que levam você a tomar as decisões certas, a lidar com um mundo confuso. São essas pessoas que, em última análise, tornarão você conhecido. Os feitos delas terão sua assinatura, serão a medida de sua competência. Se tiver confiança suficiente para contratar as pessoas que tenham mais talento do que você próprio, será conhecido como um líder audacioso. Se contratar somente pessoas que não sejam tão talentosas como você próprio, parecerá fraco e inseguro. E, em última análise, falhará. Portanto, decida. Quer ser a pessoa mais inteligente da organização? Ou quer vencer – e deixar um legado?

46 – GRANDES LÍDERES SÃO GRANDES POLÍTICOS.
Liderança não é coisa para gente franca. Assumir a responsabilidade de conduzir outros à batalha – tanto na guerra como no trabalho – não é para os fracos. E não é somente uma questão de ter estômago para agüentar o número de mortos. É o mundo real da política organizacional e do que é preciso fazer para que as coisas sejam concluídas. Não estou endossando nenhum tipo de jogo sujo. Estou só dizendo que não se pode fingir que o jogo não vai ficar duro. Vai. E talvez seja possível você se manter sempre em cima do muro e assim mesmo tornar-se um líder eficiente. Ponto final.

47 – LÍDERES CRIAM UM SENTIDO PARA AS COISAS.
O papel de um líder não é somente o de tomar decisões e fazer produtos ou serviços. A função de um líder é também criar significados. Por quê? Porque, em tempos como estes, as pessoas dependem dos seus líderes para absorver todo o caos, a informação e a mudança e encontrar algum padrão significativo e um propósito definido no meio de todo esse entulho.

48 – LÍDERES APRENDEM.
Adivinhe qual é a pior coisa que pode acontecer a você como líder? Exaurir o seu capital intelectual. Antes de chegar à liderança, você acumulou conhecimento indo a conferências, tomando notas, pesquisando na Internet como um doido e mantendo os olhos e os ouvidos bem abertos o tempo todo. Isso o levou para as fileiras da frente. E aí você se enrola nas políticas internas e começa a dissipar o capital intelectual que acumulou durante anos de trabalho duro. Pelo fato de estar tão ocupado em fazer coisas, você pára de aprender. Fica parecendo um disco quebrado, repetindo os paradigmas de ontem. Você ouve o círculo fechado dos seus “brilhantes” conselheiros. E começa a citar a si próprio! Para evitar esse erro, líderes devem fazer hora extra em dobro. Se você não aprender rapidamente, pode ter certeza de que vai ficar para trás.

49 – LÍDERES...?
Agora é com você: qual é a sua proposta para tempos tão difíceis? Qual é o lema que capta verdadeiramente a essência da liderança? O que, na sua opinião, os líderes devem fazer para ter sucesso nos próximos anos?

50 – OS VERDADEIROS LÍDERES SABEM QUANDO DEVEM PARAR DE TRABALHAR.Muito trabalho deixa de ser feito por aqueles que permanecem no posto além do seu prazo de validade. Não são os jogadores de futebol que correm o risco. Acontece também com os CEOs das grandes organizações. Como saber a hora de parar? Quando você sabe que uma idéia não vai funcionar antes mesmo de experimentá-la, quando vê um problema conhecido de volta ao seu dia-a-dia e quando já resolveu tantas vezes a mesma coisa que ela não apresenta mais nenhum interesse. Quando lembra que se tornou um líder por representar um desafio ao conhecimento convencional e reconhece que agora você representa status quo. Quando você deixou de cumpri todos os outros 49 itens da lista, volte ao número 1 e recomece tudo outra vez.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

☻Deixe aqui sua opinião!

A teoria U é uma nova forma de olhar a Liderança e a Gestão, tendo haver com a qualidade da atenção que colocamos em nosso trabalho e na nossa vida pessoal, " a atenção que se presta a uma situação determina a forma como ela evoluirá. " é o que disse Otto Scharmer.
Você concorda com ele?

☻Deixe aqui sua opinião!

O que há de comum aos verdadeiros líderes? Segundo um professor de Harvard, a capacidade de elaborar histórias, particularmente as voltadas para a formação da identidade de seus seguidores. E você gostaria de compartilhar alguma história?

☻Deixe aqui sua opinião!

Empresas criativas são as que reúnem as contribuições de uma ampla variedade de pessoas e tornam a gestão eficiente. Em sua opinião, a criatividade dos funcionários torna o trabalho do lider melhor?

sexta-feira, 19 de junho de 2009

☻Peter Koestenbaum é consultor e escritor de vários livros ligados ao tema Liderança

O que é Liderança para você?
"Os líderes autênticos são pessoas que já absorveram a verdade fundamental da existência: que não é possível fugir das contradições inerentes à vida. A mente de liderança é ampla. Ela tem espaço para as ambigüidades do mundo, para sentimentos conflitantes e idéias contraditórias. Segundo Koestenbaum, o atributo principal da liderança é a capacidade de administrar as polaridades. Elas são inevitáveis em todos os aspectos da vida: queremos viver, mas não podemos fugir da morte. Como posso me dedicar plenamente à família e também ao trabalho? Sou chefe ou amigo? Amante ou juiz? Como conciliar minhas necessidades com as de minha equipe? Paradoxos como estes são parte da vida. Toda interação comercial ou de trabalho é uma forma de confronto – um conflito de prioridades, uma luta de dignidades, uma batalha de idéias. Não se trata de um convite para você travar uma batalha épica entre bem e mal, certo e errado. É preciso tomar cuidado para não bater com a cabeça na parede. As polaridades fazem parte da ordem natural das coisas. Como agimos, como reagimos a essas polaridades – é assim que a grandeza se diferencia da mediocridade. Isso não significa que não sejamos obrigados a tomar decisões. Tomar decisões difíceis é exigência diária da liderança. Os líderes precisam contratar e demitir, lançar novas estratégias e arriscar investimentos, e tudo isso pode gerar estresse e sentimento de culpa. A presença de culpa não é conseqüência de ter tomado a decisão errada, mas da própria escolha. E essa é a condição humana: você é um ser que faz opções. Administrar polaridades nos ensina que não existem soluções, apenas mudanças de atitude. Quando confronta as polaridades em sua vida, você perde suas ilusões arrogantes e auto-indulgentes e percebe que o alvo da piada é você mesmo. A compreensão dessa mensagem imediatamente o transforma num ser humano mais digno de crédito. "

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Para dúvidas ou questionamentos entre em contato com o MODERADOR.

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Segundo o artigo "O coração da Liderança", liderar não está no mundo das estratégias, mas sim em se comunicar.
Você acha que grande parte do tempo de um lider a sua maior atividade é a comunicação?

quinta-feira, 18 de junho de 2009

☻Fale Conosco



Se você possui alguma sugestão que poderia ajudar a melhorar o nosso blog, ou algum arquivo em particular que gostaria de ver aqui, e gostaria de partilhar sua idéia conosco, por favor, deixe aqui a sua opinião.

Muito obrigado!!

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Um lider motiva a sua equipe, e para ser motivado? O que é mais importante para um lider, um bom salário, bom ambiente de trabalho ou bom relacionamento com sua equipe?

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Uma das decisões mais dificeis de Elizabete Waller, foi reduzir 15% do quadro de 250 funcionários de sua equipe.
Como você selecionaria estes funcionários, e como passaria esta informação a eles?

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Segundo Karin Sato, 32,8% dos executivos brasileiros têm o dom de liderar?
Em sua opinião, esse dom de liderar se aprende ou nasce com ele?

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Para Peter Drucker, a eficácia da liderança não depende de carisma, afirmando que o indivíduo pode se tornar convencido e incapaz de mudar.
Você concorda com a teoria do autor?

☻Conceitos Fundamentais

Para CHIAVENATO (2000), liderança é a capacidade de influenciar o comportamento das pessoas. Acreditava-se que era uma qualidade pessoal determinada por características de personalidade. Atualmente aceita-se a existência de três fatores de liderança que influenciam na capacidade de liderar as pessoas, estes fatores são:
Posição hierárquica: decorrente da autoridade em relação aos subordinados. Quanto mais alta a posição hierárquica, maior a força de liderança oferecida pela estrutura organizacional.

Competência profissional: é resultado dos conhecimentos gerais (cultura geral) e específicos (cultura técnica). Quanto maior a competência profissional, maior a força de liderança que o indivíduo possui.
Personalidade: decorrente das qualidades pessoais do administrador. A personalidade constitui uma base importante para a liderança. Se não houver habilidade no tratamento com as pessoas, a posição hierárquica e a competência profissional podem não ser o suficiente para garantir o bom desempenho da liderança. Afinal, liderança é, sobretudo, a influencia no comportamento das pessoas.
Quanto mais desenvolvidos os três fatores, maior a possibilidade de que o líder possa exercer efetiva influência sobre seus subordinados.
Além disso, afirma ainda que existem três tipos de liderança:
Autocrática: sua principal característica é a de que o líder é quem toma as decisões e impõe as ordens aos subordinados, sem maiores explicações ou justificativas. As pesquisas mostram que este tipo de liderança cria sentimentos de insatisfação nas pessoas, alienação quanto ao trabalho e falta de motivação.
Liberal: também chamada de laissez-faire (do francês, deixa fazer), este tipo de liderança se caracteriza quando o líder omite-se e não se impõe, enquanto os subordinados se tornam donos na situação. As pesquisas mostram que este tipo de liderança cria sentimentos de desorientação, de insatisfação e falta de cooperação entre as pessoas.
Democrática: é o tipo de liderança que fica no meio-termo entre a autocrática e a liberal, evitando as desvantagens de ambas. O trabalho é apresentado pelo líder aos subordinados, que lhes dá as diversas alternativas de execução e os objetivos que devem ser alcançados. O assunto é debatido e os subordinados fazem sugestões, que, se viáveis, são aceitas pelo líder.
Liderança Autocrática:

  • Centralização do poder.


  • Somente o líder toma as decisões.


  • Subordinados não têm liberdade de atuação.


  • Controle rígido do líder sobre os subordinados.
Ideal para equipes com trabalhos simples, rotineiros e repetitivos.

Liderança Liberal:

  • Descentralização do poder nos subordinados.


  • Somente os subordinados tomam as decisões.


  • Subordinados têm total liberdade de atuação.


  • Nenhum controle sobre os subordinados.

Ideal para equipes com trabalhos altamente criativos e inovadores.


Liderança Democrática

  • O líder orienta e assessora os subordinados, dando-lhes alternativas de objetivos e de execução.

  • O líder debate com os subordinados e pede sugestões a respeito do trabalho.

  • O líder desenvolve sentimentos de participação, satisfação, envolvimento pessoal, espírito de equipe e de colaboração.

Ideal para equipes com trabalhos especializados e sofisticados.

Já para DRUCKER (2001), a eficácia da liderança não depende de carisma. Para ele, o carisma por si só, pode tornar o indivíduo inflexível, convencido de sua própria infabilidade, incapaz de mudar. Exemplifica esta teoria com os casos de Stalin e Hitler. Também afirma que não se pode acreditar na existência de “qualidades de liderança” ou uma “personalidade de líder”.
Para ele a base da liderança eficaz é identificar qual a missão da organização, definindo-a e estabelecendo-a com clareza e visibilidade, então estabelecer as metas e as prioridades; após isso determinar e manter os padrões. O que pode diferenciar o líder do mau líder é: suas metas; as concessões que faz (questões que podem envolver problemas políticos, econômicos, financeiros ou pessoais) quando são compatíveis com sua missão e com suas metas, poderão dizer se é um líder eficaz ou não. Outro fator necessário para o líder é que encare a liderança como responsabilidade, e não como posição ou privilégio. Além disso, o líder eficaz deve possuir confiança, caso contrário, não haverá seguidores. Para confiar em um líder não é necessário gostar dele, nem é necessário concordar com ele. A confiança é a convicção de que o líder age conforme o que diz, com integridade. Portanto a liderança eficaz não se baseia na inteligência, mais sim na coerência.

☻Instinto Executivo

Neste livro, Nigel Nicholson explora os componentes emocionais e comportamentais presentes no legado de nossos ancestrais da Idade da Pedra e o que isso significa para a maneira com que gerenciamos o nosso trabalho e o de terceiros. Segundo o autor, com força de vontade e o exercício de nossa inteligência superior podemos fazer a reengenharia de organizações e sempre tomar decisões racionais.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

☻Vida de Inseto

No mundo dos insetos, as formigas são manipuladas pelos gafanhotos, que todos os anos exigem uma quantia de comida. É quando Flik, um inseto (formiga) cansada da vida oprimida, sai em busca de outros insetos dispostos a ajudar o formigueiro a combater os gafanhotos. Flik é um inseto cheia de idéias que, em nome dos oprimidos de todo o mundo, precisa contratar guerreiros para defender sua colônia de um faminto bando de gafanhotos liderado por Hopper. Neste filme existem algumas habilidades em Flik que podemos relacionar à vida de um lider, suas idéias visam a melhoria de sua comunidade, mostrando algumas situações como: exploração social, falta de inovação e inciativa, pessoas alienadas, liderança ultrapassada, resistência a inovação, opressão e tirania, submissão e passividade. Um filme que traz algumas situações organizacionais para um administrador.

☻Liderança Baseada em Princípios

Esta é uma nova edição do consagrado livro, com prefácio atual do autor, que mostra como adquirir uma compreensão dos princípios básicos da liderança pessoal eficaz, o que ajudará os leitores a encontrar caminhos para solucionar questões da área profissional, pessoal e em diversos outros os níveisO livro apresenta os seguintes tópicos:Características dos Líderes Baseados em PrincípiosUma revisão dos sete hábitosA orientação moralO poder baseado em princípiosTrinta métodos de influênciaOito formas de enriquecer o casamento e as relações familiaresTransformando seus filhos em campeõesSete problemas crônicosMudando o seu paradigma gerencialAs vantagens do paradigma da liderança baseada em princípiosControle organizacional versus auto-supervisãoAmbientes de aprendizagem.

☻Ela teve de cortar 40 pessoas


Uma das decisões mais difíceis que Elisabete Waller, vice-presidente de aplicativos da fornecedora de software Oracle, teve de tomar na vida foi escolher que pessoas teriam de ser demitidas. "Eu tinha de decidir quem sairia e como isso seria feito", diz. Era preciso cortar 15% do quadro de 250 funcionários. Após consultar um comitê formado por pessoas de sua equipe, Elisabete decidiu conduzir todo o processo em um único dia. Na seqüência, optou por utilizar o histórico de dois anos de avaliação semestral dos funcionários como principal critério para as demissões. "Procuro me basear em fatos e dados, porque contra eles não há argumentos", diz Elisabete. "Também considerei coisas que não estavam no papel, como o grau de motivação das pessoas".
Elisabete passou duas noites sem dormir, ensaiando o discurso que faria aos impactados pelo corte. Após concluir as quase 40 demissões, ela reuniu os demais funcionários e anunciou que os desligamentos estavam encerrados. A transparência do processo decisório fez com que toda a equipe se engajasse na recolocação dos colegas demitidos. "Alguns deles são, hoje, mais meus amigos do que eram na época", diz Elisabete. Após a experiência, ela passou a fazer um exercício todas as noites no caminho de volta para casa. Enquanto dirige, avalia as decisões que tomou e pensa como poderia fazer melhor no dia seguinte. Tomar decisões é o que um executivo mais faz. Em todas elas, tento analisar os efeitos para clientes, parceiros e funcionários, diz Elisabete Waller.
Fonte: Revista Você/SA

☻As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança

John C. Maxwell usou para escrever o livro exatamente o que prega em "As 21 Irrefutáveis Leis de Liderança". Combinou insights (visões, pensamentos) aprendidos ao longo de seus mais de 30 anos de sucessos e erros de liderança com o mundo dos negócios, política, esporte, religião e conduta militar. O resultado é um relevante estudo sobre liderança que só um grande comunicador como Maxwell pode fazer.
"Acredito que para ter sucesso na vida, a pessoa deve cultivar 4 hábitos: 1) Habilidade para cultivar relacionamentos com os outros; 2) Habilidade para equipar e desenvolver outras pessoas; 3) Atitude positiva e 4) Habilidade para liderança. "Escrevi esse livro para ajudar as pessoas a desenvolver suas habilidades de liderança..."

☻Líder Criador de Líderes, O: A Gestão de Talentos Para Garantir o Futuro e a Sucessão

Este livro oferece conselhos práticos e exemplos do mundo real para ajudar a promover essa mudança. O autor explica os processos e fornece as ferramentas para a aplicação do Modelo da Aprendizagem. A obra é também um guia para que os líderes aspirantes desenvolvam suas competências. Os líderes seniores ousados o suficiente para aceitar o desafio criarão um sistema e uma cultura que fortalecerão continuamente a liderança em todos os níveis da empresa e que também lhes ajudarão a se preparar para a sua própria sucessão. Este será um legado perene.

☻Os Sete Hábitos Das Pessoas Altamente Eficazez

Em "Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes" Stephen Covey apresenta um profundo, integrado e direcionado acesso à soluções para problemas pessoais e profissionais. Com insights interessantes e algumas anedotas, Covey revela um caminho, passo-a-passo, para viver com justiça, honestidade, integridade e dignidade humana - princípios que nos dão segurança para nos adaptarmos às mudanças e a sabedoria e força para aproveitar as oportunidades que a mudança nos traz.

☻Profissão Líder: Desafios e Perspectivas

Vivemos na era do conhecimento, numa sociedade em que o capital humano é a principal força do crescimento econômico, ao lado da habilidade e da atitude das pessoas. Por outro lado, assistimos a um espetáculo de organizações demitindo seus funcionários mais experientes, sem perceber que estão perdendo parte da sua cultura corporativa e mais, estão perdendo, também, a habilidade de fazer vendas, entregar mercadorias, avaliar crédito e cobrança, fazer comunicação competitiva, pesquisar produtos, além de ignorar a importância do departamento de recursos humanos nas participações dos projetos e na elaboração de planejamentos estratégicos das empresas, entre outros. Produtividade deveria estar a serviço de uma nova ótica. Com os mesmos recursos atuais deveríamos obter uma produção e um valor agregado extraordinariamente melhores. Aumentar o valor empresarial com os ativos existentes, alcançar sucesso individual e coletivo, destacar-se entre os demais por meio de suas competências e habilidade, exige liderança. E uma liderança que sabe mudar e que jamais entra no conto dos modismos.Publicado pela Editora Saraiva, sob a coordenação de Jayr Figueiredo de Oliveira, o livro Profissão Líder: Desafios e Perspectivas apresenta essa nova visão e realidade, debatendo, refletindo, questionando e apresentando resultados em um contexto diverso referente às terminologias líder e liderança. A obra é resultado de uma pesquisa realizada por um grupo de professores e pesquisadores brasileiros que em 15 capítulos abordam diferentes aspectos sobre o tema.

☻Identifique seu modo de liderar

Como é o seu Chefe? Ou que tipo de Chefe você é?

Se você é empregado, elemento de uma equipe de trabalho e até chefe ou gestor, já se deve, com certeza, ter percebido que existem vários estilos de liderança e que cada estilo se adequa a situações específicas.

O estilo ou tipo de líder pode influênciar todos à sua volta: Pode fazer com que todos à sua volta andem felizes da vida ou que todos o detestem. Qual é o seu?

Os estilos de liderança estão definidos na área de psicologia aplicada às empresas e o mundo empresarial, onde se salienta a ação da Project Management. Ou seja, na ação de planejar um projeto: um programa de atividades com o objetivo de se atingir um resultado específico dentro de um orçamento e de um prazo pré-estabelecidos.

Os estilos de liderança definem-se do seguinte modo:

Autocrático: Aquele líder que decide e arrisca sozinho. O seu perfil é ditatorial e controlador. Está mais preocupado com a tarefa ou objectivo a atingir do que com as pessoas e seus subordinados. Deve ser usado em que situações: Naquelas em que não há tempo para fazer consultas. No entanto, desencoraja o trabalho em equipe e por isso deve ser empregado pontualmente e apenas em situações que o exijam.

Analítico: Aquele em que o líder reúne os fatos, observa a situação e analisa antes de decidir. Está mais preocupado com a tarefa ou objetivo a atingir do que com as pessoas e seus subordinados. Deve ser usado em que situações: Naquelas em que existe uma grande pressão em relação a prazos e que seja necessário tomar uma decisão urgente. Também deve ser empregado pontualmente e apenas em situações que o exijam.

Democrático: Aquele em o líder promove a participação e o envolvimento da equipe subordinada nas decisões a serem tomadas. Este estilo encoraja e motiva a equipe e colaboradores. Está igualmente preocupado com a tarefa e objetivos, bem como com os membros da equipe. Deve ser usado em que situações: Deve ser o estilo predominante já que é essencial para que haja um bom trabalho de equipe. Tira maior proveito das capacidades de cada membro da equipe para arranjar soluções e atingir os objetivos.

Laissez – faire (ou o deixa andar): O líder deixa à equipe toda a liberdade para decidir, sem que participe nas decisões. Não atribui responsabilidades nem distribui tarefas. Não controla o trabalho desenvolvido. Preocupa-se mais em ser aceito pela equipe (com a intenção de se tornar ”popular”) do que com a tarefa. Deve ser usado em que situações: Este estilo permite criar uma maior confiança entre o líder e a equipe mas põe em risco a realização do projeto. E é contraditório porque promove o desencorajamento da equipe uma vez que não há controle.

Agora, você já sabe. Já pode identificar se o seu chefe ou você é um freak no controle.
Qualquer que seja a sua postura, adote a maneira que o torne um bom Chefe.

☻Líderes Inovadores: Ferramentas de Criatividade que Fazem a Diferença

Na publicação, a autora, Maria Rita Gramigna, oferece aos profissionais um conjunto de ferramentas empregadas nas suas atividades de treinamento, com os melhores resultados. O livro foi organizado de forma a repassar aos gestores as principais informações e algumas ferramentas práticas, já validadas no mercado, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da competência da criatividade. Esta permite que uma empresa ou organização se diferencie das demais, destacando-se e conquistando a adesão de clientes e novos mercados.

Liderança na Era da Turbulência Econômica

Ram Charan está de volta com Liderança na era da turbulência econômica. Nele, o consultor faz uma visita guiada aos campos minados do cenário empresarial, onde mercados em contração, falta de liquidez e incertezas representam as novas normas com as quais as empresas têm de conviver. Seguidor do lema de que as fraquezas se podem transformar em boas oportunidades.Charan garante que, caso saibam conduzir com mestria estes tempos difíceis, os líderes e respectivas empresas se tornarão mais magros, fortes e preparados para enfrentar a concorrência logo que a tormenta passar. Os líderes de negócios da atualidade enfrentam um desafio sem precedentes, escreve. Estamos perante uma recessão global, na qual o crédito e a liquidez caíram a pique, as previsões de vendas são mais do que pálidas e a moral está em inclinação contínua. Esta não é a altura para refletir. É sim tempo para agir, decidir e conferir energia aos seus trabalhadores, com toda a urgência possível.

Teste de Liderança

Já Sou Um Líder?


Instruções: responda SIM ou NÃO, nos espaços, para cada item desse exame não-científico, porém útil. Em seguida, leia as interpretações para determinar se você já está fazendo as coisas que as pessoas fazem para se distinguir como líderes.

1 – É importante para mim que as pessoas do grupo consigam o que precisam ou querem.
2 – Quando analiso uma situação, procuro mais do que aquilo que me afeta imediata e diretamente.
3 – Quando converso com pessoas sobre o que estamos fazendo ou como estamos fazendo, relaciono o que estou dizendo com as necessidades, aspirações e sentimentos do grupo.
4 – Quando lido com um problema, procuro as implicações mais amplas do que conheço ou acredito.
5 – Ataco tudo que faço, com vigor e disposição para dar tudo de mim.
6 – Fico excitado com os novos desafios apresentados ao grupo.
7 – Represento meu grupo para pessoas de fora, de tal maneira que elas possam compreender o que o grupo deseja ou precisa para ser bem-sucedido.
8 – Gasto o tempo que posso ajudando a construir o moral das pessoas, sobretudo quando estão baqueadas ou não estão recebendo o que acham que merecem.
9 – Quando converso com pessoas sobre situações que nos afetam, tento explicar como vejo as relações entre nós e outras pessoas ou entre nós e a organização como um todo.
10 – Em geral, expresso as necessidades, aspirações e sentimentos do grupo com mais clareza e minúcia do que a maioria das outras pessoas do grupo.
11 – Mantenho-me em forma física e emocional e me sinto vigoroso a maior parte do tempo.
12 – AS pessoas são mais do que meros instrumentos e ferramentas para atingir meus objetivos ou as metas da organização.
13 – Encorajo as pessoas, sempre que posso, a agirem com base nas metas a longo prazo, e não com base em retornos imediatos.
14 – Interesso-me sobre como as pessoas do grupo se sentem ou o que querem para si.
15 – Sinto-me bem com o que estamos fazendo e como fazemos.
16 – Acredito que tudo pode ser melhorado e dou as boas-vindas à mudança.
17 – Ajudo as pessoas a ver aonde estamos indo e como estamos tentando chegar lá.
18 – É importante para mim que o grupo realize suas metas e satisfaça suas necessidades.
19 – Sei que podemos fazer melhor do que estamos fazendo, e farei o que for preciso para fazer melhor.
20 – As pessoas com quem me associo são importantes para mim e têm meu respeito.
21 – Sempre que tenho oportunidade, converso com outras pessoas sobre como o grupo está indo, o que ele deseja ou o que precisa para ser bem-sucedido.
22 – Sempre que a situação parece confusa ou sombria, encorajo as pessoas a olharem para frente, para o futuro, e a se concentrarem para atingirem nossas metas ou objetivos.

Interpretações: Some suas respostas SIM e NÃO. Se você respondeu SIM a todos os itens, você já é um superlíder (ou está se enganando). Se respondeu SIM à maioria dos itens, está a caminho de ser um líder superior. Se respondeu SIM e NÃO de maneira igual, está um tanto quanto confuso sobre como ser um líder. Se respondeu N ÃO à maioria deles, ou está se subestimando muito ou tem um longo caminho a percorrer para se tornar um líder eficiente.

“Qualidades de um líder” abordadas no teste:

Capacidade de ver o quadro geral:
2 – Quando analiso uma situação, procuro mais do que aquilo que me afeta imediata e diretamente.
4 – Quando lido com um problema, procuro as implicações mais amplas do que conheço ou acredito.

Capacidade de comunicar o quadro geral para outras pessoas:
9 – Quando converso com pessoas sobre situações que nos afetam, tento explicar como vejo as relações entre nós e outras pessoas ou entre nós e a organização como um todo.
13 – Encorajo as pessoas, sempre que posso, a agirem com base nas metas a longo prazo, e não com base em retornos imediatos.

Capacidade de interpretar e articular as necessidades, aspirações e sentimentos do grupo:
3 – Quando converso com pessoas sobre o que estamos fazendo ou como estamos fazendo, relaciono o que estou dizendo com as necessidades, aspirações e sentimentos do grupo.
10 – Em geral, expresso as necessidades, aspirações e sentimentos do grupo com mais clareza e minúcia do que a maioria das outras pessoas do grupo.

Interesse pelas necessidades, aspirações e sentimentos dentro do grupo:
14 – Interesso-me sobre como as pessoas do grupo se sentem ou o que querem para si.
18 – É importante para mim que o grupo realize suas metas e satisfaça suas necessidades.

Respeito pelas necessidades, aspirações, sentimentos e habilidades dentro do grupo:
20 – As pessoas com quem me associo são importantes para mim e têm meu respeito.
12 – AS pessoas são mais do que meros instrumentos e ferramentas para atingir meus objetivos ou as metas da organização.

Capacidade de comunicar as necessidades, aspirações e sentimentos do grupo por ele, para ele e fora dele:
21 – Sempre que tenho oportunidade, converso com outras pessoas sobre como o grupo está indo, o que ele deseja ou o que precisa para ser bem-sucedido.
7 – Represento meu grupo para pessoas de fora, de tal maneira que elas possam compreender o que o grupo deseja ou precisa para ser bem-sucedido.

Uma compreensão do que as pessoas precisam ou desejam, que as encorajará a fazer o que de outra forma talvez não fizessem por si ou por outros:
1 – É importante para mim que as pessoas do grupo consigam o que precisam ou querem.
8 – Gasto o tempo que posso ajudando a construir o moral das pessoas, sobretudo quando estão baqueadas ou não estão recebendo o que acham que merecem.

Capacidade de dar direção às pessoas e concentrar suas energias em metas específicas, enquanto mantém o moral do grupo alto:
22 – Sempre que a situação parece confusa ou sombria, encorajo as pessoas a olharem para frente, para o futuro, e a se concentrarem para atingirem nossas metas ou objetivos.
17 – Ajudo as pessoas a ver aonde estamos indo e como estamos tentando chegar lá.

Entusiasmo com as missões, objetivos e padrões do grupo:
15 – Sinto-me bem com o que estamos fazendo e como fazemos.
6 – Fico excitado com os novos desafios apresentados ao grupo.

Um ávido desejo de mudança, crescimento e melhoria:
19 – Sei que podemos fazer melhor do que estamos fazendo, e farei o que for preciso para fazer melhor.
16 – Acredito que tudo pode ser melhorado e dou as boas-vindas à mudança.

A energia necessária para conduzir os negócios do grupo:
11 – Mantenho-me em forma física e emocional e me sinto vigoroso a maior parte do tempo.
5 – Ataco tudo que faço, com vigor e disposição para dar tudo de mim.

300


O filme 300 narra a batalha travada entre Esparta e Pérsia no desfiladeiro de Termópilas, durante as guerras médicas, Leônidas, rei de Esparta, se vê diante de uma cruel situação, tentar proteger Esparta e defender os seus ideais, ou se render aos Persas e honrar as leis que jurou proteger ao se tornar rei, na sua posição como rei ele deve tomar uma decisão e escolhe proteger Esparta, mas para não desonrar completamente suas leis, Esparta não pode declarar guerra, então somente 300 guerreiros iram enfrentar os milhares de soldados do rei Persa, Xerxes.
O filme continua mostrando as batalhas e principalmente a determinação dos espartanos em continuar a lutar, se esta for a vontade do rei, Leônidas é a imagem de um verdadeiro líder para estes guerreiros, assim o seu ato de coragem e seu desejo de defender sua cidade, foram símbolos suficientes para motivar Esparta a declarar guerra e se defender com todas as suas forças.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Todo o desempenho da organização esta relacionado ao desempenho do líder, pois é ele quem estará traçando a direção e motivando para o alcance dos objetivos desejados.

A busca por conjuntos comportamentais para definir a liderança não ofereceu grandes resultados, porém, com estudos recentes e aprofundados usando o modelo Big Five com dimensões de personalidade, os resultados demonstraram certo embasamento.

Os traços de extroversão, consciência e abertura para novas experiências remetem a uma intensa e consistente relação com a liderança. Com este enfoque, foi possível dividir a liderança em duas categorias, a orientada para a tarefa e orientada para as pessoas.

Atualmente a maior novidade para o entendimento da liderança esta relacionada com o reconhecimento da necessidade em desenvolver teorias contingenciais incluindo fatores situacionais com as variáveis relevantes, dentre elas: estrutura da tarefa do trabalho, nível de estresse situacional, nível de apoio do grupo, inteligência e experiência do líder, e também as características dos liderados (personalidade, experiência, capacidade e motivação).

Afinal, as questões contingenciais podem determinar o processo de liderança e a confiança dos liderados sobre o líder é de extrema importância. Pois os liderados não seguem e se deixam influenciar por um líder em quem não têm confiança. Portanto, o líder tem a necessidade de demonstrar credibilidade buscando a confiança.

Esta confiança pode ser criada em função de três vertentes organizacionais: a intimidação (quando a confiança é baseada no medo de represálias), o conhecimento (que se desenvolve com o tempo, gerando a confiabilidade e confiabilidade), a identificação (quando a confiança gera uma conexão emocional entre líder e liderado).

Muitos indivíduos com potencial de liderança podem se desenvolver com treinamentos específicos e com o passar do tempo. Aprendendo com as situações e modificá-las para que se ajustem melhor ao seu estilo, e ainda determinar qual atitude de liderança é mais eficaz para cada situação.

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